As cortinas não têm só a função de controlar a luminosidade e garantir o conforto e a privacidade a um ambiente. Elas são uma parte super importante da decoração, conferindo unidade ao projeto de interior e de exterior também, quando podem interferir na arquitetura.


O uso de cortinas remonta aos povos mais primitivos que usavam pele de animais e grandes folhas para proteger a entrada de suas habitações contra o vento, a chuva e até mesmo insetos. No período medieval as janelas e as paredes dos frios castelos feitos de pedras, eram ornadas com grossas tapeçarias principalmente com a função de aquecer os ambientes. Com a evolução dos sistemas de construção, vedação e aquecimento, as cortinas foram ganhando aspectos mais decorativos e permitindo-se a experimentar outros tecidos como o veludo, o linho e a seda.


Mais recentemente, já no século 20, surgiram as persianas e as cortinas painéis, utilizando materiais sintéticos e tecnológicos que podem ser usados sozinhos ou harmonizados com cortinas de tecidos nobres, dependendo da finalidade e da proposta do ambiente.


Embora cortinas com cores fortes, estampas e padronagens diversas surjam como tendência na decoração de tempos em tempos, principalmente pela influência dos países europeus, eu prefiro em meus projetos os tons mais neutros e tecidos não muito pesados, com uma trama não muito fechada

É importante lembrar que estamos em um país tropical e a ventilação é importante inclusive para evitar o surgimento de fungos e bactérias nocivas à saúde. E a limpeza e manutenção das cortinas, assim como os tapetes, exigem uma atenção redobrada, com aspiração do pó a cada 10 dias e um passeio até a lavanderia a cada 3 ou 4 meses.

Sendo assim, tão importante quanto escolher o tipo de cortina é saber escolher o tipo de tecido. Ele precisa ser resistente à manutenção e preservar o aspecto de novo e limpo por mais tempo.


Assim como o mobiliário, as cortinas podem ser um investimento alto e não são substituídas a cada estação, conforme a moda. A escolha certa implica em um retorno mais satisfatório a longo prazo.








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A Expoflora é a maior exposição de flores e plantas ornamentais da América Latina e acontece todos os anos em Holambra, abrindo a primavera. Em sua edição 2015, que será aberta ao público a partir de 28 de agosto, a Expoflora enfatiza a volta das flores de jardim harmonizadas com as plantas ornamentais e aromáticas.



Essa é a 34ª edição do evento e são esperados mais de 300 mil visitantes até 27 de setembro. E para encher os olhos desse público, a Expoflora reúne mais de 300 produtores e atrações diversas como a Mostra de Paisagismo com 20 ambientes criados por 30 paisagistas, arquitetos e designers de interiores de Campinas e região.



Entre as novidades nos ambientes da Mostra de Paisagismo estão as plantas mais duráveis como os kalanchoes resistentes ao hormônio do envelhecimento, as petúnias resistentes ao sol de verão, os crisântemos com visual cada vez mais bonito, dálias gigantes, roseiras híbridas e rasteiras, além de plantas suculentas e de baixa manutenção. Destaque para as plantas reconhecidas pela Nasa como purificadoras do ar.



Outro atrativo, sem dúvida é a arquitetura e o estilo de vida em Holambra, uma colônia holandesa que preserva as características e costumes holandeses, como as festas típicas e a culinária.


Com apenas 11 mil habitantes, Holambra é o maior centro de cultivo e comercialização de flores e plantas ornamentais do país e responde por cerca de 40% das vendas do setor.


A Mostra de paisagismo e jardinagem da Expoflora é organizada por Ana Rita Gimenes e Ralph Gerardus Dekker.


Serviço:

34ª Expoflora
Em Holambra - São Paulo
De 28 de agosto a 27 de setembro
de sexta a domingo, e na segunda-feira, dia 07 de setembro.
das 9 às 19 horas.

Ingressos: R$ 38,00 na bilheteria
Descontos escalonados até 14 de agosto

Informações para o público: (19) 3802-1421 e expoflora@expoflora.com.br

Fonte e Fotos: Ateliê da Notícia
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Chaise Longe Rio, Oscar Niemeyer
No Rio de Janeiro, o Museu Histórico Nacional apresenta até 22 de setembro a exposição "Do Moderno ao Contemporâneo – O Design Brasileiro de Móveis".

Cadeira Rio, Carlos Motta
Com curadoria de Marcelo Vasconcellos e Zanini de Zanine essa exposição mostra 80 das mais significativas peças produzidas nesses dois momentos tão dinâmicos do design nacional.
Composta por cadeiras, poltronas, bancos e outros assentos de 9 designers modernos e 19 contemporâneos, entre eles Sérgio Rodrigues, Irmãos Campana, Domingos Tótora, Oscar Niemeyer, Aida Boal e Latoog.

Poltrona Favela, Irmãos Campana
O design de móveis  teve uma época áurea no Brasil entre as décadas de 1930 e 1960 com grandes criadores, guiados quase sempre  por uma estética alinhada com a arquitetura modernista e que introduzia aspectos de brasilidade  na produção moveleira nacional, na contramão da cultura copista predominante até então.

Poltrona Mole, Sergio Rodrigues
O design brasileiro vive um novo boom desde a década de 90, com a projeção dos irmãos Humberto e Fernando Campana puxando uma nova geração de talentos.
A diversidade expressiva e o perfil de seus criadores é a marca do design brasileiro contemporâneo que hoje ganha o mundo, revivendo com características tão distintas o reconhecimento conquistado  há décadas pelos designers brasileiros modernos.

cadeira 3 pés, Joaquim Tenreiro
Destaques da exposição:
- A poltrona  Xibô, criação contemporânea  de Sérgio Rodrigues, figura simbólica do design moderno.
- A poltrona favela dos Irmãos Campana, responsáveis pela grande repercussão do design brasileiro no exterior.
- A cadeira três pés de Joaquim Tenreiro.
- A poltrona Mole também de Sérgio Rodrigues.
-  O Baco Solo de Domingos Tótora
- A poltrona Vidigal da dupla Latoog.

Cadeira África - Rodrigo Almeida
A exposição "Do Moderno ao Contemporâneo – O Design Brasileiro de Móveis" faz também uma justa homenagem à arquiteta e designer Aida Boal que comemora 55 anos de carreira.
Apesar de ser pouco lembrada nos dias de hoje, Aida é um dos grandes nomes do design brasileiro, criadora de peças icônicas e super cobiçadas até hoje.

Cadeira Augusta, Aida Boal




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O holandês Studio Sputnik se inspirou na diva Nina Simone para criar este sofá, sofisticado e feminino, que integra a coleção mais vanguardista da marca espanhola Missana.
Criado para ser o ponto central de qualquer ambiente, o sofá Simone é pura sedução visto de qualquer ângulo, inclusive de costas, por tanto essa estrela não merece ficar contra a parede.


As curvas elegantes remetem a um piano de cauda, ou instrumento que Nina Simone tocava divinamente. A mistura de texturas e o tom sobre tom do estofado dão um toque retrô e luxuoso à peça. A forte estrutura de metal repousa com incrível leveza sobre os longos pés de madeira.



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Fiz um post recentemente falando sobre casais de designers que fizeram e fazem a história do design. É o caso da dupla Vinícius Lopes e Gabriela Kuniyoshi que em 2012 criaram o aclamado Estúdio Ninho.


Trabalhando o design em sua totalidade, com liberdade de criação e buscando a inovação aplicada à produção industrial, eles assinam uma ampla gama de produtos, de móveis e estofados a iluminação e bens de consumo, fazendo uma releitura contemporânea e meticulosa dos objetos indispensáveis ao nosso cotidiano, sejam eles indispensáveis ou simplesmente para o nosso conforto.


O conceito do estúdio é inspirado no trabalho das aves que cuidadosamente e com muita precisão constroem seus ninhos.

Suas peças circulam pelas principais mostras de mobiliário e design do país e este ano chegaram à Milão na mostra Brazil S/A. Também já colecionam indicações a diversos prêmios importantes e conquistaram o 1º lugar no Salão Design 2015.











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Imaginar nossas vidas sem energia elétrica é simplesmente impossível. Hoje dependemos da energia para praticamente tudo, das necessidades básicas como alimentação e saúde até a comunicação.
A preocupação em buscar fontes alternativas de energia não é um assunto novo mas deixou de ser assunto só de cientistas e ambientalistas, chegando ao cidadão comum depois da crise hídrica de 2013. Afinal, quem imaginava que pudesse faltar água em uma cidade como São Paulo?
Segundo Miguel José Gamboa Soares, responsável pelo Centro de formação KNX da Eurodomótica, o Brasil é um dos países que se pode orgulhar das suas políticas de sustentabilidade no que diz respeito à produção de energia e na pesquisa de fontes renováveis.
Contudo, o crescimento da classe média vem aumentando fortemente o consumo de energia elétrica (5,8% ao ano de 1973 a 2011, segundo dados da ANEEL). Isso nos obriga a repensar a questão energética também a partir do usuário comum, projetando as residências dentro de normas mais eficientes quanto ao consumo de energia.

Projetos de casas e edifícios que possibilitem um maior aproveitamento da luz natural e que utilizam sistemas de captação de energia solar, torna-se cada vez mais uma exigência do próprio cliente.
Outro recurso é a adoção dos sistemas de automação que preservam o conforto do usuário operando as instalações técnicas com eficiência, reduzindo e controlando o consumo em até 45%.

“A utilização de detectores de presença, asseguram que a iluminação artificial funcione apenas na presença de pessoas e que os sistemas de climatização adaptem a sua temperatura de funcionamento à presença de pessoas, reduzindo o consumo com a climatização até 50%. A utilização de sistemas automáticos de proteção solar (brizes) reguláveis em função da posição e intensidade do sol, reduz substancialmente a carga térmica sobre o edifício e consequentemente o consumo de energia até 45%”, afirma Soares.   
Soluções de automação predial e residencial não são um luxo e muito menos apenas uma questão de redução de despesas. É um investimento no nosso próprio futuro.
Em meus projetos conto com a consultoria de Mateus Drago, da Full Control Automações, que além de comercializar os melhores equipamentos, possui uma equipe altamente especializada e com know-how adquirido em projetos industriais.
”Hoje devemos planejar o futuro para amanhã.”


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Jundiaí sempre foi famosa por oferecer uma qualidade de vida bem acima da média de outras cidades de igual ou até mesmo de maior porte.

Com uma boa infraestrutura, natureza privilegiada e um estilo de vida que ainda remete ao modelo de uma tranquila cidade do interior, Jundiaí passou a ser a menina dos olhos de muitos paulistanos que, principalmente nas duas últimas décadas, para cá estão migrando.

Esse fenômeno se intensificou a partir de 2014, depois da forte crise hídrica que deixou milhões de pessoas sem água durante muitos meses. Jundiaí é uma das poucas cidades do interior paulista que tem sua própria represa e pouco ou nada sofreu durante o período crítico que atingiu boa parte do estado.

A crise da água em São Paulo se reverteu em benefício para Jundiaí em plena crise econômica: Jundiaí não para de construir e contratar. O assunto ganhou destaque até no jornal Bom Dia Brasil, da Rede Globo (clique aqui para ver o vídeo).
Essa onda positiva na construção civil pode refletir em todos os segmentos, da arquitetura ao design de interiores, do comércio aos prestadores de serviços especializados.

Aqui no meu escritório começamos a sentir os efeitos dessa positividade do mercado. O número de contatos e consultas vem aumentando nos últimos meses, o que nos leva a ter boas expectativas para 2016.
A diferença deste momento para outros vividos anteriormente está no próprio cliente, mais participativo nos projetos e mais prático também. Nunca a expressão “tempo é dinheiro” foi tão verdadeira. A economia em tempo de obra e na durabilidade das soluções, é a exigência máxima.

Apesar de já contarmos com uma excelente infraestrutura e profissionais capacitados para atender essa possível demanda, o momento é de diversificar e estamos investindo em novos serviços, combinando nosso expertise e nossa rede de relacionamentos para apresentar soluções integradas que garantam mais agilidade e economia, principalmente na fase de acabamentos e design de interiores, para apartamentos, casas e salas comerciais. 

Assim como na crise hídrica, acredito que Jundiaí pode passar com segurança pela crise econômica. Em ambos os casos graças à nossa natureza e ao espírito criativo e empreendedor da cidade.

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